Um dos principais objetivos do DoD (Departamento de Defesa estadunidense) ao criar, anos atrás, o que viria a ser a internet hoje, era que a troca de informações continuasse mesmo que grandes partes da rede tivessem sido destruídas (numa hecatombe nuclear, talvez).
Não foi preciso o apocalipse para provar que o objetivo foi alcançado: de prédios destruídos por aviões a terremotos, passando por tsunamis, a rede já provou que aguenta pesados trancos. Ontem, outra prova: um cabo submarino, próximo ao porto de Alexandria, Egito, foi cortado involuntariamente por âncoras de navios.
Empresas indianas avisaram que sua banda chegou a diminuir em 60%, causando graves problemas na comunicação com as matrizes americanas e inglesas. O tráfego foi redirecionado por outros cabos e também por satélites, mas o gargalo deve continuar por, no mínimo, 15 dias.
Um novo cabo, mais resistente, está sendo construído entre os Estados Unidos e a Ásia, ao custo de US$ 500 milhões e deve ficar pronto no final deste ano.
Apesar de resistir, a rede já está sobrecarregada.
[via Dailytech e TheRegister]
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