quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Troque os programas padrão dentro do Windows!
Faça o download do SP3 RC2 do Windows XP
Pré-requisito para o Vista SP1 causa problemas em PCs
BurnAware Free Edition v1.2.7
LockCrypt v1.18
MS, Intel, Dell e AMD: PC Gaming Alliance
Microsoft anuncia jogos para o Zune via XNA Studio
Tópicos quentes do fórum
Hoje peguei mais alguns tópicos quentes que estão rolando no fórum aqui do Meio Bit.
Confiram:
Skype - Custos elevados - mexeu no bolso e pessoal reclama, e com muita razão.
Desafio HDR e Foto Panorâmica discussão sobre fotografia que gerou um tutorial legal do Gilson sobre: Fotos panorâmicas para iniciantes.
Precisa de ajuda para escolher sua distribuição? site faz teste com o usuário e dá sugestões de como começar no Linux.
Boato sobre compra da AMD pela Nvidia a possível fusão vai dar (ou não vai dar nada) o que falar a respeito de monopólio.
A Vida na Microsoft
Tina Wood, da Microsoft, fez um vídeo mostrando o dia-a-dia na empresa, desmistificando um monte de lendas urbanas e inverdades sobre a empresa do Tio Bill.
Cortesia do Galileu, da Microsoft Brasil, conseguimos uma versão legendada para passar aqui no MeioBit ou onde você quiser. Nesta página há versões para iPod, Zune, somente MP3, WMA, WMV (inclusive em alta) e até PSP. Não há nenhuma versão em Ogg Vorbis/Theora, o que é uma clara afronta ao Stallman. Mais um motivo para eu gostar.
Atentem para a piada sobre a segurança, que não ficou bem explicada na versão traduzida, e talvez seja sutil demais para alguns.
Campus Party: Bola-fora de bilhões de dólares
A Campus Party teve excelentes exemplos, desde casos onde claramente via-se que a coisa foi feita em cima da hora mas ao menos conseguiram um agrado simpático -no caso do café da Microsoft- até o Flickr, onde você pagava um mico ou levava bolada na cara (não machucava) e ganhava um ano de conta Pro.
Só que nem todo mundo tinha essa visão. O stand do YouTube foi a coisa mais patética que já vi na vida. Nele duas meninas se revezavam não distribuindo camisetas, que segundo algumas fontes foram retidas pelo "dono do stand" para distribuir a "clientes". Sendo assim, o único atrativo do espaço, que só tinha uma tv LCD na parede e alguns banquinhos para sentar, era a possibilidade de... gravar vídeos.
Isso mesmo. Enquanto a 10 metros dali (metro já foi registrado ou ainda dá pra usar?) o Flickr dava prêmios valiosos, o YouTube, uma empresa de bilhões de dólares regulava camisetas e o único "prêmio" era gravar um vídeo e vê-lo enviado para o site.
POMBAS, CACETA, essa é a BASE do YouTube, EU gravo um vídeo idiota e EU subo pra lá. Não preciso de um stand em um evento para fazer isso. Estão dando RIGOROSAMENTE NADA.
O pior é imaginar as longas reuniões onde discutirão os motivos esotéricos do fracasso do stand...
Abertas as especificações de formatos do Microsoft Office
Você não leu errado. A Microsoft abriu o formatos dos arquivos binários do MS Office (.doc, .xls e .ppt), seguindo sua promessa de especificações abertas. Ela também não processará, por quebra de patentes, ninguém que use, implemente ou venda as tais especificações. Simples assim.
Disponíveis nesse site, só consegui fazer o download das especificações utilizando o Windows (virtualizado), no Linux, tanto o Opera quanto o Firefox não encontraram os arquivos. Os PDFs e XPSs informam as mudanças nos arquivos desde o Office 97 até o 2003. Segundo o site Microsoft Open Specification Promise, vários outros padrões também serão liberados. Pra Web (DPWS, SOAP, WSDL), virtualização (VHD), segurança (várias RFCs) e até o OpenXML, formato padrão de documentos do MS Office 2007/2008, todos serão devidamente documentados para quem quiser implementar.
Tá certo que o OpenOffice.org e o IBM Lotus Symphony trabalham relativamente bem com os formatos do MS Office, mas muita coisa precisa ser melhorada. Afinal, o que existe hoje foi conseguido na base da engenharia reversa. E, também, como a maioria dos usuários do MS Office 2007 continuam salvando seus documentos no formato antigo (ao invés do OpenXML), a notícia é excelente para suítes de escritório alternativas. Se não conseguirem implementar a compatibilidade com os formatos depois dessa, será por pura incompetência.
Via: GuiaDoHardware, br-linux
Interpolação - aprendendo a dimensionar suas imagens (Parte 1)
Hoje em dia, por conta de algumas câmeras xing ling que trabalham com interpolação da imagem, o termo ficou meio batido e relacionado a coisa sem qualidade, mas não é bem assim. Quem tem blog ou trabalha com imagens na internet, sempre que redimensiona uma imagem, está trabalhando com interpolação. Toda vez que você manda uma imagem para ser revelada em um minilab ela sofre uma interpolação para ser reproduzida em papel. Já que o processo é inevitável e presente em nossas vidas, é muito mais vantajoso que o usuário esteja no controle do processo em vez de relegar para o operador do minilab essa tarefa.
Interpolar, segundo uma definição do Marcos Kim, é chegar a um resultado desconhecido através de fatores conhecidos. No caso da imagem seria criar novos pixels através dos dados dos pixels existentes. Embora a maioria das pessoas não saiba, todos os sensores de câmeras fotográficas (exceto o Foveon) trabalham com interpolação. A superfície deles é formada por um mosaico onde cada quadradinho é responsável por capturar uma cor primária (Vermelho, Verde, Azul), se parecendo muito com um tabuleiro de xadrez. Então, o quadradinho responsável pela captura da cor vermelha vai interpolar as duas outras cores através dos dados contidos nos quadrados vizinhos. Esse processo acontece de forma automática em quase toda câmera digital.
Pixels e tamanho físico da imagem.
Como já disse em outras ocasiões, a quantidade de megapixels em uma imagem está relacionado ao tamanho máximo que você vai poder imprimir essa imagem. Então, quanto mais megapixels, maior vai ser sua cópia em papel. Outra relação interessante a ser colocada é o meio físico em que vai ser impresso essa imagem e sua relação de pixels por polegada. Para exemplificar o que estou falando vamos utilizar uma imagem produzida pela Fuji Finepix S6500fd com 6 megapixels de resolução. Ao abrir essa imagem no Photoshop e ir até a guia image<=>image size, vamos ter o quadrado abaixo.
A informação do quadro me mostra a quantidade de pixels da foto (2848 x 2136), quantos pixels temos por polegada (72 ppi) e o tamanho de impressão que seria possível se usássemos essas definições (100,7x75,35 cm). Aqui cabe uma pequena explicação. Pixels por polegada (PPI) não tem nada a ver com pontos por polegada (DPI). As pessoas acabam usando a DPI para falar de imagem quando isso não se aplica a esse fim. DPI são os pontos de impressão enquanto PPI é a aglomeração de pixels em uma imagem. Existe muita gente que fica preocupada quando percebe que sua câmera está fazendo imagens a 72 PPI, mas isso não tem relação com a qualidade da imagem e sim com a dispersão dos pixels.
Agora entra a questão do objetivo da impressão. Se você vai mandar essa imagem para um minilab então, para ter uma noção do tamanho máximo de reprodução, deve-se desmarcar o quadrado Resample Image e mudar a relação de ppi para 300 (esse é um número cabalístico, pois poderia ser mais ou menos, mas tomou-se ele como padrão). Ao fazer essa mudança notamos que o tamanho da imagem em centímetros caiu para 24,11 x 18,08 cm. Esse é o tamanho máximo de impressão sem interpolação. Agora, se você vai fazer um baner, a relação de pixels por polegada pode ser maior, já que a pessoa vai observar a imagem de uma distância maior onde a perda de qualidade não vai ser aparente. Se jogarmos 150 ppi na imagem ela vai adquirir um tamanho de 48,23 x 36,17 cm. Um outro exemplo bacana é a questão dos Outdoors, que por estarem muito longe de quem está observando usam uma relação de pixels por polegada muito baixa. Alguns chegam a 6 ppi, o que daria para nossa imagem de 6 megapixels um tamanho de 1205,65 x 904,24 cm.
Quando mandamos uma imagem bruta para um minilab deixamos a cargo do operador da máquina (que nem sempre tem um treinamento adequado para a função) as decisões de como dimensionar e que parte da imagem cortar (já notaram cortes em suas imagens?). Por isso que é mais vantajoso que o próprio usuário tome essas decisões. Aumentar ou diminuir o tamanho físico da imagem geram perda de qualidade, mas existem processos que minimizam essa perda. Isso é que vou falar no próximo texto.
Continua...
Quinta-Feira fique longe de 3145N 17012W 2824N 16642W 2352N 16317W 1909N 16129W 1241N 16129W 1239N 16532W 1842N 17057W 2031N 172
As coordenadas acima englobam uma área de 1400 milhas de comprimento por 700 de largura no Pacífico-Norte. Foi emitido um aviso pelo Pentágono proibindo vôos nessa região das 02:30 às 05:00 da manhã de Quinta-Feira. Será quando tentarão derrubar o satélite-espião que deu xabu e está em órbita descendente.
Claro que eles não têm jurisdição sobre águas internacionais (muito menos o Espaço), mas como um grupo de mísseis (pelo visto vão lançar mais de um) não é algo que um aviador civil (ou mesmo um militar) queira ocupando seu espaço aéreo, então se alguém aqui estiver voando por lá, por favor desvie.
Um sujeito se deu ao trabalho de compilar um arquivo .KMZ para o Google Earth demarcando a área, que é bem grande, mas está coberta por pelo menos três navios, o cruzador Lake Erie e os destroyers Aegis Decatur e Russell.
As chances da interceptação ser transmitida ao vivo são bem pequenas, mas com certeza (se der certo) vai estar no YouTube em breve. O curioso é que a ogiva não carrega explosivos, é uma carga cinética, ou seja: A energia de uma coisa muito rápida batendo em outra mais rápida ainda dá conta do recado.
Fonte: The Register
Blogar é... ser despedido
Sim, meus amigos, todo mundo hoje em dia tem um blog. Escreve livre e belo(a) nele, afinal o conteúdo é seu, você pode fazer o que quiser, certo ? Errado.
Um produtor de um programa da rede CNN foi demitido por blogar. Consta que ele foi demitido por quebrar o contrato com a rede de televisão onde trabalha(va), ao escrever em seu blog pessoal: (tradução livre, minha):
Acordo todas as manhas espantado com o porquê da America não ter deportado George Bush e Dick Cheney. Hollywood não parou de tentar me convencer que Sarah Jessica Parker é atraente, e as soccer-moms não terem percebido que elas não tem nada a ver com a Oprah, e [porque] a Fox cancelou o show Firefly
Como tudo agora tem regras, e os contratos estão sendo muito mais minuciosos, claro que a CNN tem o direito de colocar no contrato que o que o não pode escrever para outros serviços de midia, quaisquer que sejam, sem passar pelo departamento que cuida disso na CNN, e tem que seguir os "padrões" da rede. E foi exatamente isso que a CNN fez. Sem aviso, sem perguntas. Mandaram embora. Mesmo.
Em um longo post em seu blog, o corajoso desempregado agora explica o que houve e fala mais, muito mais. Quando perguntou o motivo real de ter sido demitido, um empregado do departamento de pessoal deixou escapar:
É também, você sabe, a natureza do que você tem escrito.
Eu tenho certeza que tem uma fila de advogados querendo "conversar" com ele sobre o caso. E tenho certeza que ele ganha uma bolada nessa.
(foto: Associated Press/NBC)
Código-fechado ou padrões mal-feitos? De quem é a culpa?
O eletrodoméstico que quase todo mundo quer é um DVD Player que toque DIVX, e logo se torna o eletrodoméstico que todo mundo odeia, pois enquanto a vida útil de um aparelho desses é medida em anos, CODECs de vídeo têm versões novas a cada poucos meses.
Por um lado os Stallmans da vida protestam que equipamentos fechados são caixas-pretas, e não deixam os usuários fuçarem e escreverem o próprio software, mas por outro lado, não é minha função enquanto usuário escrever software para meu DVD Player funcionar como anunciado.
Existe um conceito em engenharia chamado "compatibilidade reversa", onde uma versão nova de um protocolo permanece compatível (com limitações) com as versões antigas. O JPEG não tinha informações EXIF em sua proposição inicial, e a maioria dos programas gráficos não sabia o que fazer com elas, mas nem por isso deixaram de abrir JPEGS.
Já no caso dos DIVX, MPEG4s e similares, cada versão é uma novidade. Cada versão pode ou não funcionar.
Junte desenvolvedores que não se preocupam em manter uma compatibilidade com formatos antigos, fabricantes de hardware que não querem de forma alguma que você atualize e continue usando seu aparelho (afinal vender um novo é mais lucrativo) e temos um belo enfeite de mesa que só serve para tocar DVDs normais, como qualquer player burro.
E não, os poucos fabricantes que disponibilizam updates de firmware só o fazem por algum (pouco) tempo.
Abrir o código desses aparelhos, permitindo que todos mexessem e atualizassem por conta própria seria o sonho molhado do Stallman, mas sinceramente, isso seria arrumar mão-de-obra gratuita para fazer o trabalho que os FABRICANTES deveriam fazer.
Sou a favor de equipamentos abertos onde possamos EXPANDIR ou CUSTOMIZAR a funcionalidade, mas o que corre o risco de acontecer é simplesmente ABUSO por parte dos fabricantes. "não é problema meu, o código é aberto". Eu não quero isso. Prefiro um aparelho que funcione, com código fechado, a um que seja "livre" e não funcione, e que quem desenvolve atualizações não tem qualquer compromisso legal comigo.
Por essas e outras o pessoal do Open Source deveria ficar LONGE desse tipo de equipamento. Open Source é um modelo de desenvolvimento, não uma fonte de remendos para a incompetência ou preguiças alheias.
Análise: GPS TomTom One
Reza a geometria que a menor distância entre dois pontos é uma reta. Grandes cidades não respeitam tal lei. Muitas vezes os percursos são definidos não em quilômetros, mas em minutos. O trecho mais curto, por conta de engarrafamentos, acaba se tornando o mais longo. E em São Paulo prevalece certa relatividade entre tempo e espaço.
Dito isso, não pode haver lugar melhor para testar um navegador GPS. E lá fui eu ver o que pode o TomTom One. O aparelho não requer prática e nem tão pouco habilidade. Tirei da caixa, liguei e ele funcionou sem eu ter de ler manual, nada.
Na caixa temos ainda os cabos para ligá-lo ao computador e à fonte de alimentação do carro, o popular acendedor de cigarro. Não senti falta de nada. Poderia ter um fone de ouvido, mas a legislação de trânsito não permite, então nem dá para reclamar.
Antes de prosseguir, um detalhe: eu não dirijo. O que é ótimo neste caso. Pude prestar toda atenção ao One. E mais. Sempre fiz o papel de achar rotas e ruas em guias de papel. Ou seja, eu tenho vasta experiência em ser “o navegador”.
Pois bem, entramos no carro e eu me recusei a utilizar o suporte que vem com o One. É daqueles com ventosa para colocar no pára-brisa, sabe? Mas aqui não é a Suíça. E eu não sou besta de sair mostrando pela rua um aparelho de R$ 1.500,00. Pus no colo.
O primeiro destino, que conheço bem, foi o supermercado para animais Cobasi, de onde vem a ração dos gatos. Fica um tanto longe de casa, moro em Higienópolis, e há três ou quatro caminhos para chegar lá. Aí veio o primeiro deslize do One. Ele demorou cerca de dez minutos para achar o sinal do satélite.
Quando finalmente se localizou no mundo, o aparelho se mostrou de fato uma mão na roda. Você escolhe entre o trajeto mais curto ou o mais rápido. E se estiver insatisfeito com o caminho que ele oferece, basta pedir uma rota alternativa. Muito bom para fugir de engarrafamentos. Na tela se pode escolher entre visão 2D ou 3D e se a voz que vai orientá-lo será masculina ou feminina.
Nesses aspectos ele é quase perfeito. O som poderia ser um pouco mais alto. No volume máximo, dependendo da quantidade de malas buzinando perto de você, o som fica devendo um pouco. A sinalização é exata. Minha mulher acha que a ordem para virar poderia ser dada um pouco antes. Mas não é nada que comprometa, afinal se você não sabe o caminho melhor ir devagar.
E devagar se chega longe. E chegamos. E voltamos. E o One mandou bem. Com alguns requintes até. Ao passar por um túnel ele automaticamente alterna para o modo de exibição noturna na tela. Ele permite ainda que você determine um bloqueio na rua. Útil para o caso de passeatas, filas de escola, engarrafamento normal.
Perfeito. Eu iria terminar por aqui, mas foi aí que o One deu a segunda derrapada. Tive de ir visitar uma empresa na Vila Olímpia. Eis que o aparelho não soube achar a rua. Imperdoável. Devolvi o aparelho e fui entrevistar alguém para saber das duas falhas. Fui atendido pelo diretor-geral da e-motion, que distribui o TomTom One no Brasil, Emanuele Farini. Ele ficou mais surpreso que eu com os 10 minutos para achar o satélite. “Normalmente deveria demorar no máximo 1 minuto”, disse ele, que garantiu que isso é incomum e caso ocorra se deve procurar a empresa.
Quanto ao endereço inexistente, Farini, de forma muito transparente – o que deve sempre ser aplaudido – disse que de fato podem ocorrer falhas nos mapas. Como resolver? Bem, de acordo com ele, basta conectar o aparelho ao computador e baixar as atualizações dos mapas do site http://www.tomtom.com.br.
O bacana no caso é que a comunidade de usuários pode modificar e atualizar os mapas incluindo pontos de interesse – como postos de gasolina, lojas, restaurantes... O site é bastante claro e objetivo e qualquer um consegue seguir as instruções ali.
Conclusão de tudo isso. Eu dou nota 9 para a facilidade de uso do TomTom One. Para a comodidade, pela experiência que tive, dou nota 6 – a demora do satélite e as falhas do mapa não deixam opção.
No quesito atualização, nota 8 – o site é excelente, mas para atualizar os mapas é preciso baixar um programa. Nada demais, mas isso complica a situação de quem está na rua ou em uma lan house. Atenção da empresa: nota 10.
O pessoal é muito gentil, solícito e entende do que fala. Custo/benefício, nota 7. Ainda está caro. Quando chegar a R$ 500,00 eu compro um de presente para a chefe da casa.
Eu recomendo o aparelho para taxistas e para empresas de entrega e transporte. E acho indispensável para quem está em uma outra cidade e alugou um carro. Sempre lembrando que o aparelho indica caminho, ele não manda em você. Se ele escolher entrar em uma viela estreita, escura e suspeita, não entre...
É isso. Mas eu não poderia encerrar sem dar os parabéns ao pessoal da e-motion pela forma como nos atendeu. Trabalhei em grandes jornais e em empresas menores. Sei que muitas vezes, o entrevistado tem mais paciência e interesse para veículos “consagrados”. No caso da e-motion, o respeito por um blog deve ser destacado. Em breve todos seguirão neste caminho que eles indicam em sua comunicação.
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
BurnAware Free Edition v1.2.6
Norton Ghost v14.0.0.24815
Usando o Windows Server 2008 como estação
AVG Internet Security 8.0 Release Candidate
Wal-Mart também abandona o HD DVD
Microsorft publica especificações de arquivos do Office
Nova falha encontrada no Opera e Firefox
Sites confiáveis, mas nem tanto...
Nos primórdios da informática, havia os vírus: pequenos programas que se escondiam no setor de boot dos disquetes. De inocentes (ainda que irritantes) mensagens a uma completa formatação do HD, por muitos anos a maior (senão única) função desses códigos era infernizar a vida dos incautos usuários e trazer fama a seus criadores.
Depois, com a popularização da internet, os vírus se sofisticaram e hoje há uma enorme gama de variações: trojans, worms, hijackers e por aí vai.
Uma tendência dos últimos anos é criar sites que contenham código malicioso que possa ser baixado através do navegador. Qualquer usuário mais experiente já duvida daqueles sites de warez hospedados na Rússia... mas, segundo um relatório da Websense, pela primeira vez o número de sites autênticos (e, supostamente, confiáveis) contaminados por invasores ultrapassou a quantidade daqueles criados especialmente para esse fim.
Como exemplo, a empresa cita o portal sobre AIDS da ONU, que foi invadido e disseminava um trojan capaz de transformar as máquinas dos usuários em zumbis, controladas por terceiros.
"Cada vez mais os invasores estão usando sites confiáveis para infectar os visitantes com linhas de código para roubo de informação ou para adicionar os computadores às botnets", diz Dan Hubbard, vice-presidente de pesquisa de segurança da Websense.
O que me espanta em tudo isso é que, teoricamente, os administradores dos sites deveriam se preocupar (paranoicamente) com essa possibilidade. Ou temos sysadmins desleixados demais ou despreparados demais...
Toshiba encerra a produção do HD-DVD
Segundo jornalistas da agência de notícias Reuters, fontes internas da Toshiba confirmaram o que todo mundo esperava: a empresa resolveu desligar aparelhos e deixar o HD-DVD ir em paz. Na Sony, o carnaval parece não ter acabado, com a comemoração. As vendas em janeiro do PlayStation 3 superaram o XBox 360 pela primeira vez e analistas atribuem ao player de Blu-Ray a preço de banana. ;-)
Apenas essa semana o formato perdeu o suporte de pelo menos 2 gigantes varejistas, Best Buy e Wal-Mart. As perdas da empresa estão estimadas em centenas de milhões de dólares. Isso deve fazer com que as ações da empresa sejam uma boa opção de compra na próxima semana, já que irão cair muito.
Quem toma no behind?
Em princípio, a Microsoft, agora sem opção de mídia de próxima geração para o XBox 360. Eles agora estão atrás da Sony até lançarem uma versão externa para o 360 e/ou integrar o Blu-Ray ao console. Agora vemos que a decisão de não associar o XBox 360 foi acertada. Puderam vender consoles 1 ano antes da Sony, sem definição de formato ganhador.
Os early adopters realmente se ****ram: estão com um player de DVD caríssimo em mãos. Em 20 anos vão poder vender em leilões como os Betamax 2.0.
Fonte: Reuters
Salsas e caretas (III)
Olá, pessoal! Semana pouco movimentada aqui na coluna... será que as salsas evoluíram? Ops... lembrei: foram para a Campus Party!
Parceria Caracu
Anselmo: "Olá,pessoal do Meio bit,sinceramente vocês são os melhores,estou para fazer um pedido de parceria,com o ***************,nele há algo que os interesam,Tecnologia.como vocês o ********** fala do mundo Tec,dicas,software,hardware e muito mais.Estou esperando a sua resposta."
Muito, muito, MUITO obrigado, Anselmo. É sempre bom ter o ego massageado com frases do tipo "vocês são os melhores"... no entanto, isso não é suficiente para apagar a péssima impressão de um blogueiro que escreve "interesam". Além do mais, o ********* tem artigos copiados, na íntegra, do UOL e do G1.
Como se não bastasse, da coluna da esquerda vem a pérola: "QUEM ESTIVER VISITANDO MEU BLOG PEÇO DESCUPA POIS ESTOU REFORMULANDO MEU BLOG PRA DEIXA MAIS ATRATIVO PRA VCS VISITANTES". Desconsiderando a gramática, aqui vai uma dica "de grátis": os visitantes não têm culpa (e nem querem saber) dos seus problemas pessoais. Não teve tempo para arrumar o css? Faltou conteúdo? Perdeu, mano.
Nagini, traz a vassoura!
Paulo H. Potter:"me ajude a divulgar meu blog www.********.wordpress.com porfavor"
Vocês lembram do Paulo H. Potter? Pois o menino-que-sobreviveu está de volta, ainda mais pentelho que antes!
Paulo, tudo bem, você conseguiu: li o seu blog. Fui lá, perdi cinco minutos da minha vida e tenho uma opinião: você concorre diretamente com este e este. Senta na sua vassoura e elucubra: tem cacife para concorrer? Só não me manda a resposta, já li todos os seus livros, sei que você morre no final... pena que não continua assim.
Microsoft e Apple? NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOOOOOO...
Magno:"Na Apple Store, na seção de produtos novos encontra-se o 'Microsoft Office 2008 for Mac'... Será um office exclusivo para o Mac?"
Não, Magno... você se enganou. É um Office para GNU/Linux® e celulares Symbian! E as cem primeiras caixas estão digitalmente assinadas pelo próprio Stallman!
That's all, folks!
Skynet em 2029
O Dia do Juízo Final está próximo: será em algum momento do ano de 2029. Ao menos, é o que diz o engenheiro Ray Kurzweil, uma das dezoito pessoas escolhidas pela US National Academy of Engineering para os maiores desafios tecnológicos que a humanidade enfrentará neste século.
Segundo Kurzweil, em 20 anos teremos o hardware e o software necessários para dotar os computadores do mesmo nível de inteligência que nós, seres humanos. Em sua visão, nanorobôs se unirão ao nosso sistema nervoso central, "melhorando" nossos reflexos e inteligência.
No final das contas, não será um grande problema... bastará ligar um computador ou uma TV e 90% dos T-70 se sentarão, apáticos, preocupados em ver as novidades sobre celebridades virtuais...
[via BBC]